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Vaga de Inspetor de Brigada
Sprink Soluções em Prevenção de Risco em Rio de Janeiro - RJ

Descrição da Vaga

Inspetor de Brigada

Necessário apresentar os seguintes pré-requisitos ao cargo:
* Ensino médio completo, desejável Técnico de Segurança do Trabalho;
* Experiência em liderança de equipes;
* Desejável ter boa experiência na área de prevenção de riscos e de incêndio e combate a incêndio;
* Pacote Office;
* Formação com Bombeiro Civil Sedec 31 entre outros;
* Carteira de Habilitação B.
Remuneração: compatível com mercado;
Horário de Trabalho: Administrativo de Segunda a Sexta;

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Avaliações da Sprink Soluções em Prevenção de Risco


Satisfação geral dos funcionários

3.57
  • Remuneração e benefícios
    3.20
  • Oportunidade de carreira
    3.40
  • Cultura da empresa
    2.60
  • Qualidade de vida
    3.20

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há 5 meses

    Ineficiencia e falta de gestão

    Jovem Aprendiz Administrativo

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Uma empresa que dá muitas oportunidades de emprego, mesmo durante a crise contratou a mim e mais 40 jovens aprendizes e dezenas de pessoas para outros cargos, mas esse é ao mesmo tempo um grande problema que vou falar abaixo, nos pontos negativos. Outro ponto positivo que não poderia deixar de citar são os colegas de trabalho do setor administrativo, pessoas que na maioria também são insatisfeitas com a empresa, mas que mantém um bom sorriso no rosto, trabalham o máximo possível diante dos déficits, tem um ótimo carisma e respeito mútuo, sem problemas de convivência que possam 'pesar' o ambiente de trabalho.

    Contras: São tantos que nem sei por onde começar, mas vou falar primeiro dos dois que mais me incomodam e gerou a minha vontade de vir aqui avaliar a empresa ,depois de tantos meses de trabalho aguentando essas situações: A falta de importância que a empresa tem com os seus funcionários e o déficit de coisas. Como já cansei de ouvir de outros colegas de trabalho, a empresa é campeã em processos, os funcionários do setor jurídico talvez sejam os que mais trabalham e isso não é atoa. Se dá pela sua falta de zelo pelo fator humano. O principal funcionário da empresa, os bombeiros civis que são a cabeça e o coração do produto oferecido pela companhia, são completamente desvalorizados e recebem pouco apoio, informação, méritos pelo bom trabalho ou até um plano de carreira, principalmente aqueles de fora do RJ que não podem ir na sede para reclamar, exigir, tirar dúvidas e fazer sugestões. Acima desses estão os coordenadores que também não são culpados pela ineficiência, já que muitos ficam em situações de mãos atadas. Como com a falta de equipamento, falta de materiais, formas obsoletas de controle, como ponto de papel, burocracia para conseguir maneiras de trabalhar, como um carro da empresa ou um computador para realizar as tarefas cotidianas, já que nem há computadores para todos e estes devem ser compartilhado entre eles, ou o mais bizarro, uma simples mesa única e espaçosa para gerenciar melhor suas atividades. No caso de todos estarem na sede ao mesmo tempo, invés de realizando trabalhos de campo, é necessário usar caixas de papelão e carteiras para acomodarem seus notebooks e as papeladas. Se cargos tão importantes para que a empresa funcione são tratados com desleixo, então dá pra imaginar aqueles menores, como os jovens aprendizes. Assim que chegamos na empresa, não havia mesas, computadores e nem espaço para todo mundo, nem sequer foi gerido um bom plano de trabalho para todos, já que em alguns setores o jovem fica atoa e sem serviço, involuntariamente, enquanto que ao mesmo tempo a empresa tem altas demandas de trabalho em outros setores. Mesmo quando há a coordenação das ofertas e demandas de trabalho interna, isso esbarra na falta de condições de trabalho, acima citadas. A falta de uma cadeira, um teclado para o computador ou até um simples mouse são exemplos de coisas que impedem o trabalho de acontecer. Por isso citei que a contratação de muitos funcionários é um problema, já que a organização do ambiente e das condições para esses não são acompanhadas. O segundo ponto que posso citar é a falta de comunicação interna. Não sabemos sobre decisões que são tomadas e influenciam diretamente na nossa vida, como a transferência de um setor para outro bairro, a transferência do funcionário de um setor para outro, a mudança de uma sala para outra, alguma manutenção no local de trabalho etc. Continuando na extensa lista posso citar a falta de uma gestão séria e eficiente. Muito dinheiro é desperdiçado onde poderia haver economia e muito dinheiro é economizado onde não deveria haver economia, emendando com o próximo ponto, algumas dessas economias são nos auxílios oferecidos, não há um vale refeição ou alimentação, o desconto do bilhete único no salário é o percentual máximo permitido, mesmo não sendo obrigatório e não há gratificações ou bonificações, coisas que fazem o colaborador estar mais inspirado para o trabalho e aumentam a produtividade do mesmo. Na mesma linha da falta de eficiência, há a mal administração do espaço. Salas alugadas de forma completamente dispersas pelo prédio, o que gera um vai e vem nos elevadores e perda de tempo, as vezes para buscar uma folha de papel em branco, um copo plástico ou um documento. Há uma sala 1º andar, duas no 2º, duas no 3º, uma no 5º, duas no 6º e finalmente todo o 7º andar. Uma completa bagunça que agrava a falta de comunicação interna, já citada. Por fim, adotaram um sistema único e péssimo de alternância para os aprendizes, entre as atividade práticas(Na empresa) e a teórica(Em instituições de educação). Esse sistema é determinado por lei, o aprendiz deve ter atividades praticas na empresa e teóricas realizadas em institutos de educação. Porém criaram algo único e que me faz mais uma vez usar a palavra, ineficiente. Ficamos uma semana na empresa e outra nas aulas, uma alternância que impossibilita um trabalho continuado e a obtenção da experiência de algo assim, já que depois ficaremos uma semana fora. Resumindo, agradeço pela oportunidade e vejo muito potencial no mercado de vocês, eu mesmo já pessoalmente pensei em planos de expansão que poderiam aumentar o tamanho e a lucratividade da empresa. Mas nenhum potencial é efetivamente explorado. Os salários são baixos, os benefícios quando existem são mínimos possíveis e o incentivo é nulo. Não há um clima sério de uma companhia, mas de uma empresa de fundo de quintal, apesar do tamanho, número de funcionários(acho que perto dos 3 mil) e operação em todo território nacional. O que gera isso tudo é a burocracia, a falta de visão e de gestão, tenho esperança que pode se tornar uma grande empresa, mas não com as cabeças que a comandam hoje. O comentário que deixo para quem está na duvida de trabalhar lá é, se você precisa de algum dinheiro vá, não é muito, mas é suficiente, mas se você pensa grande e quer conquistar espaço procure por outras opções.

    Conselhos para presidência: Trocar as velhas cabeças que a comandam e mudar a administração "familiar" para algo com acionistas e investidores que tenham visão de crescimento.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 2 meses

    Empresa das oportunidades

    Técnico de Segurança do Trabalho Nível III

    Macaé, RJ


    Prós: Contrata pessoas sem experiência, pagamento em dia, ótimo ambiente de trabalho. Oferece treinamento super importantes, os profissionais tem uma boa imagem perante outras empresas.

    Contras: Muitos erros no HR / DP, processo muito ingressado a Matriz no Rio. Falha no investimentos de novas tecnologia para conquistar novos patamares no mercado de trabalho.

    Conselhos para presidência: Faça a sua história com excelência na empresa.

    Recomenda a empresa: Sim