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Vaga de Aux. Adm de Vendas
Cultura Inglesa em Campinas - SP

Descrição da Vaga

Aux. Adm de Vendas - Campinas (Barão Geraldo)

Formação: Superior ou Ensino médio.
Atividades:
* Efetuar vendas de cursos de Inglês (trabalhará com metas).
* Informar aos alunos sobre conteúdo e condições do curso de Inglês (atendimento telefônico, presencial e por e-mail).
* Emissão de matrículas.
* Apoio administrativo geral ao departamento.
Experiência: Vendas de produtos ou serviços, excelência em atendimento ao cliente.
Horário de trabalho:
Seg. a Sex: 08:00-17:00
Sábados alternados: 7:00-13:00
Oferecemos: Salário compatível com o mercado + variável mensal + VT + Ass. Médica + Ass. Odontológica + Seg. Vida + Previdência Privada + Bolsa de estudos integral a partir do 3º mês de contratação + Bolsa integral para filhos + Bolsa de 30% de desconto para conjugue.
Previsão de admissão: Janeiro ou Fevereiro/2018.
* Os candidatos deverão residir nas imediações da vaga.

Leia mais

Avaliações da Cultura Inglesa


Satisfação geral dos funcionários

3.53
  • Remuneração e benefícios
    3.54
  • Oportunidade de carreira
    3.21
  • Cultura da empresa
    3.57
  • Qualidade de vida
    3.23

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há aproximadamente 1 ano

    A Cultura Inglesa enquanto "escola/curso" acabou.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Os professores podem contar com e-boards nas salas de aula, o que auxilia em muito o trabalho, principalmente pelo uso da internet. Ainda possuímos alguns dos benefícios de outrora.

    Contras: A Cultura foi comprada pelo grupo Gera e agora seu foco passa longe do pedagógico. Isso fica evidente no tratamento do aluno como "cliente", o que menospreza a subjetividade do ensino/aprendizado, e na limitada visão do professor como alguém que pode ser "treinado" para "dar resultados". Esses resultados, por sua vez, nada tem a ver com a formação cultural ou o letramento do aluno, mas, sim, com o retorno financeiro que tal professor consegue gerar, o que nos coloca em uma situação profundamente delicada. Os nossos “resultados” agora são medidos com base em um ranking de todos os professores, cuja baliza se dá por um sistema objetivo de pontuação que conjuga: i) a nota que os alunos tiram (em suas provas!!!); ii) a nota que os alunos nos dão em suas avaliações em pesquisas de satisfação (pré-estruturadas e limitadas!!!); e iii) a avaliação do nosso gerente. A esse sistema, que recebeu o irônico nome de “Reconhecimento de Professor”, são atrelados ainda descontos de pontos em caso de: iv) faltas ao longo do ano (seja por saúde) ou por aprimoramento (conferências e congressos); e v) taxa de retenção (quantidades de cancelamentos de sua filial!!!). Tornando tudo ainda mais frustrante, esse plano vem em substituição à nossa antiga participação nos lucros (chamada de “Great”), deixando evidente que agora não nos vêem mais como parte daquilo que alavanca os “resultados” (lê-se: lucros), mas necessariamente culpados por qualquer queda nesse índice (vide descontos por cancelamentos, além da questão da nota baixa do aluno influenciar nosso downgrading no ranking!!!). Para piorar, após o ranking, receberemos “prêmios” como: i) treinamento na forma de um workshop em um dia de nosso recesso!!! (top300); ii) um fim de semana em um resort acompanhado de nada mais nada menos do que as ditas “lideranças” (gerentes? coordenadores? a conferir) (top100); e iii) mais treinamento, desta vez durante nossas férias de janeiro, só que agora em algum curso na Inglaterra ou similar - o que seria excelente, fosse de fato resultado de uma premiação justa, pautada em princípios que abarcam o nosso trabalho pedagógico e se pudéssemos usufruir conforme nossos planos (datas, por exemplo, poderiam ser escolhidas no recesso ou nas férias). Enfim, a sensação que fica é que o professor agora é visto como alguém tecnicamente incapaz (ou em débito), alguém que não tem mais direito ao descanso pois precisa ser treinado/instruído inclusive em seu tempo livre, alguém que precisa ser constantemente vigiado, perdendo sua autonomia e auto-estima. Isso fica ainda mais claro quando optam, por exemplo, por mudar o sistema de avaliação para evitar “conflito de interesse” dos professores, pois poderiam “burlar” a correção para se beneficiarem. Ora, consideram razoável que crianças e adolescentes de 12 a 18 anos julguem nosso trabalho (pesquisa de satisfação), mas não nos acham confiáveis o suficiente para desempenharmos nossa função com a idoneidade e a ética necessárias à nossa profissão. Simplesmente lamentável. E nesse relato só incluí uma única questão relativa aos professores. Existem outras. E existem várias ainda em relação aos outros setores da empresa - administrativo, acadêmico, etc. O clima na empresa - ou “companhia”, de acordo com o fetiche da nova gestão - está péssimo. É palpável o desconforto e a frustração de todos/as. Infelizmente.

    Conselhos para presidência: Considero urgente que revejam certos posicionamentos e projetos. É preciso que se lembrem de incluir os professores e os alunos em seus planos, ouvindo-os e aprendendo com eles a respeito de como funciona e do que se trata o ensino/aprendizado de língua estrangeira. É preciso humanizar as relações para enxergar e manter talentos e potenciais.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 1 ano

    Rotina de demissões injustas.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Bons benefícios (ticket e plano de saúde de qualidade). As pessoas antigas da empresa são sempre muito acolhedoras e dispostas a ajudar em todos os sentidos.

    Contras: A empresa foi recentemente vendida para uma empresa que não é do ramo da educação. Entre outras posturas adotadas por este novo grupo, foi assumida uma rotina de demissões sem justificativas plausíveis e de pressões por resultados que gerem lucro financeiro. No final das contas, acho possível afirmar que hoje em dia a Cultura Inglesa não é mais um lugar interessante para se trabalhar.

    Recomenda a empresa: Não