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Vaga de Analista de Requisitos Júnior
Ericsson em São Paulo - SP

Descrição da Vaga

Analista de Requisitos Júnior
  • Será responsável pelo levantamento de requisitos junto ao cliente e especificação de projetos de TI.
  • Mapear e analisar o negócio em si para a elaboração de documentação e técnicas de especificações de requisitos de softwares.
  • Necessário conhecimento em HTML, UML e conhecimento em banco de dados.
  • Formação superior completa em Engenharia de Computação, Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Sistemas de Informação ou cursos similares.
  • Inglês intermediário. Benefícios:
  • Assistência Médica Amil
  • Assistência Odontológica Odontoprev
  • Vale Refeição
  • Vale Alimentação
  • Bonificação de Férias
  • Seguro de Vida Metlife
  • Auxilio Creche
  • PPLR Local de Trabalho: Avenida Paulista (próximo ao metrô Trianon-Masp )
Leia mais

Avaliações da Ericsson


Satisfação geral dos funcionários

3.71
  • Remuneração e benefícios
    3.76
  • Oportunidade de carreira
    3.11
  • Cultura da empresa
    3.49
  • Qualidade de vida
    3.58

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há 8 meses

    Pura enganação

    Account Manager

    São Paulo, SP


    Prós: Possibilidade de relocaçao em outros países.

    Contras: Panela impera na empresa, apenas os amigos dos amigos que prosperam na empresa. É fundamental entrar como estagiário para ter alguma chance de progresso.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 2 anos

    Gigante do Mercado de Telecomunicações vivendo um Péssimo Momento

    Gerente de Projetos (GP)

    São Paulo, SP


    Prós: Empresa sueca com mais de 140 anos de existência no mercado de telefonia e telecomunicações, tem presença mundial em diversos países e um quadro de mais de 115,000 funcionários. No Brasil, a empresa está presente a mais 90 anos, com sede em São Paulos e filiais no Rio e São José dos Campos.

    Contras: No Brasil e na sua sede em São Paulo: - perdas constantes de beneficíos e obssessão por custos - downgrade do plano de saúde - por ser uma indústria de hardware o dissídio não é linear e não existe correção da inflação nos salários - perda do estacionamento - pessímo restaurante, comida horrível e insalubre - péssima localização na Zona Norte de São Paulo - prédio velho com quase 50 anos caindo as pedaços, sempre em reforma - ar condicionado deficitário, ambiente imundo e bagunçado - movéis e estrutura de facilities velha e desgastada - mudanças/cortes na política de viagem - engessamento do plano de carreiras, RH terceirizado e bagunçado - cortes constantes de quadros, devido as infindáveis reestruturações para tentar contornar a crise relacionada à baixa nas vendas - perda de mercado para a Huaweii e Nokia - uso constante de terceiros para diminuir custos e conseguir incentivos fiscais do governo No Brasil, com seus 90 anos, é um empresa lenta e burocrática, muito inchada, com panelinhas de funcionários antigos que só pensam em sobreviver e não colaboram, apenas vivem para fortalecer teias de relacionamento de décadas. O sistema de availação é viciado para proteger line managers e diretores antigos. Mundialmente: Ericsson vive um péssimo momento atual, está cortando quadros em vários países, com cortes de mais de 12,000 funcionários desde 2014. O presidente Hans Verstberg foi removido em Julho de 2016 e não foi substituído, as ações estão em queda a mais de 9 meses, estando hoje (Oct/2016) no mesmo patamar de Oct/2008. Há mais anos de 10 anos, a Ericsson tenta se transformar em uma empresa de software e de rede de dados, mas na visão do mercado continua sendo uma simples fornecedora de centrais telefônicas.

    Conselhos para presidência: Na Ericsson Brasil: - transformar numa empresa do século 21, mudar a cultura interna de funcionalismo público, cortar as múmias da telefonia fixa que estão na empresa por mais de 20 anos escondidos nos feudos e nas panelas e investir em quadros mais jovens e formados no mercado ágil de software, internet e mobile Na Ericsson Global: - Entrar numa fusão com um empresa verdadeiramente de IoT (Cisco, Google, Nokia)

    Recomenda a empresa: Não