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Como é trabalhar na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)?

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  • Há aproximadamente 2 anos

    Os altos de baixos em se morar no interior da Bahia

    Professor

    Ilhéus, BA


    Prós: Universidade jovem e com bom potencial de crescimento acadêmico e científico. Clima institucional agradável de trabalhar no geral. Pessoal amigável e colaborador no geral. Campus pequeno e bem integrado, relativamente bonito e integrado às belezas naturais da região. Proximidade com o pólo de informática e com o aeroporto e no principal eixo de desenvolvimento do sul do estado (Ilhéus e Itabuna são capitais regionais). Corpo docente jovem, bem qualificado e motivado no geral. Clima da região muito agradável beira-mar e sem muito calor. Cidade bem conectada às principais capitais com um aeroporto local. Estabilidade oferecida pelo serviço público (para quem é concursado). Remuneração dentro das expectativas e média do mercado para quem tem boa formação e é concursado.

    Contras: Mão de obra de apoio às atividades docentes muito mal qualificada e pouco profissional (tanto dentro da Universidade como na região em geral). Espaços de trabalho escassos, mal projetados e precários. Estudantes pouco motivados, sem compromisso com a qualidade e ritmo de trabalho necessários para a vida acadêmica, e com formação básica muito ruim. Morosidade e ineficiência dos serviços públicos (não é uma exclusividade da Universidade, mas incomoda). Serviços públicos, especialmente de saúde, transporte e de limpeza pública da região são péssimos. Escassez de serviços e profissionais qualificados. Fora a praia e as belezas naturais, faltam opções de lazer e cultura na região. Cidade provinciana, atrasada, conservadora, e machista. Poucos benefícios para servidores (não tem creche, plano de saúde descente, assistência jurídica, etc.).

    Conselhos para presidência: Mais foco na missão crítica da Universidade e às necessidades estruturais do campus. Maior valorização da pós-graduação e da pesquisa, criando-se uma verdadeira cultura de universidade. Mais profissionalismo, intensidade e foco nas atividades de apoio aos docentes: faltam técnicos e pessoal de apoio em número e qualificação suficientes para dar apoio à docência e à pesquisa. Diminuição da burocracia e de ritos inúteis, maior foco na qualidade e produtividade docente. Trabalhar a questão da evasão estudantil com inciativas mais globais e aprofundadas do que bolsas de permanência e assistência estudantil. Melhorar a infra-estrutura do campus: faltam espaços de convivência, restaurantes, oficinas, espaços culturais, ar condicionado e projetor nas salas e mais conforto, ergonomia e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

    Recomenda a empresa: Sim

Informações da empresa

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
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