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Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG)

4.50

Como é trabalhar na Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG)?

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  • Há mais de 3 anos

    Já foi um ótimo lugar de trabalho, hoje nem tanto.

    Funcionário


    Prós: A remuneração é adequada, considerando-se a jornada normal de trabalho (30h/semana para os servidores, 40h/semana com acréscimo de comissão para cargos de chefia).

    Há uma grande preocupação com a educação continuada dos servidores.

    Bom plano de saúde sem custos para os servidores (custos eventuais para os dependentes).

    Contras: Excesso de trabalho nos anos eleitorais, causado menos pelas eleições em si, e mais pela carência de servidores. As horas-extras geralmente dependem de sobra no orçamento para pagamento.

    Não raro há servidores com mais de 120 horas em banco para compensação; porém, como a maior parte dos setores, na capital e no interior, encontram-se com menos servidores que o adequado, o gozo de compensações geralmente acarreta sobrecarga de trabalho para os colegas.

    Presidentes advindos de outro Tribunal, com uma cultura organizacional completamente antiquada; quando resolvem "mostrar serviço" e deixar o órgão "com a sua cara", terminam por causar mais transtornos que benefícios.

    Equipamentos de informática antigos (especialmente nos cartórios do interior).

    Conselhos para presidência: Deixar mudanças de vulto (se necessárias) a cargo da Diretoria-Geral. Presidentes são passageiros (podem ficar por, no máximo, quatro anos no Tribunal) e vêm de uma cultura organizacional diferente; Diretores-Gerais são, via de regra, servidores antigos do Tribunal, que conhecem por dentro a organização, seus pontos fortes e fracos.

    Recomenda a empresa: Sim

Informações da empresa

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