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Como é trabalhar na Igreja Universal do Reino de Deus?

19 postagens (1 avaliação nos últimos 12 meses)


Satisfação geral dos funcionários

5.00
  • Remuneração e benefícios
    5.00
  • Oportunidade de carreira
    3.00
  • Cultura da empresa
    3.00
  • Qualidade de vida
    5.00

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há quase 2 anos

    Frustração

    AprendizEx-funcionário, saiu em 2013

    Manaus, AM


    Prós: Pessoas verdadeira que lá conheci e até hoje são minhas amigas.

    Contras: A indiferença dos pastores em relação aos funcionários. Péssimos patrões.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    péssima empresa

    Diretor de ImagemEx-funcionário, saiu em 2014

    Campo Grande, MS


    Prós: Salário em dia, plano de saúde

    Contras: não existe administração, tudo é avaliado por interesse para privilégio dos membros da Igreja que trabalham na empresa. Chefes grossos, pressão excessiva constante.

    Conselhos para presidência: Mudar de ramo

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    Empresa não pratica o que prega no altar com seus colaboradores

    AdvogadoEx-funcionário, saiu em 2014

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Colegas de trabalho são excelentes pessoas. Há educação entre os funcionários.

    Contras: Empresa não está nem aí para o funcionário. Só há cobranças, mas sem qualquer reconhecimento. O máximo que os coordenadores dão é um "parabéns" ou "obrigado". Não há incentivos e nem visão empresarial. Não pagam cursos e nem permitem que os funcionários façam cursos durante o horário do expediente, mesmo se for do próprio bolso. Só querem lucrar e conter despesas, mas nunca se preocupam em ceder, premiar, etc. Não dão nem o básico. Só querem economizar, mas quando é para os "grandões" aí surge dinheiro! Não dão café, sabonete de mão, papel toalha, etc. Este ano de 2014 o seguro até aumentou devido ao alto grau de sinistralidade dos funcionários (informação esta do próprio RH). Muitos funcionários insatisfeitos, deprimidos, oprimidos e frustrados pois não conseguem também nem, fazer curso e nem arrumar outro emprego por causa da dificuldade de pagar um curso etc. O que se é pregado no altar é só para os fiéis, mas dentro da instituição não cumprem sequer com a "generosidade" bíblica, já que não olham para os colaboradores como deveriam olhar e sequer suprem as necessidades básicas. Não tem oportunidade de crescimento, só se for para os funcionários de SP. Cultura totalmente ortodoxa e ultrapassada.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há quase 2 anos

    rapida

    Produtora

    São Paulo, SP


    Prós: comparado com o mercado, ta pagando melhor. dá bastante benefícios, carga horária boa também.

    Contras: acho um pouco desorganizada, sem olhar muito pros funcionarios.

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há quase 2 anos

    Péssimo

    AdvogadoEx-funcionário, saiu em 2015

    São Paulo, SP


    Prós: Salario e Benefícios, ambiente de trabalho

    Contras: Não há possibilidade de crescimento profissional ou evolução de cargo

    Conselhos para presidência: Avaliação e reconhecimento

    Recomenda a empresa: Não

  • Há quase 2 anos

    Sem visão de crescimento

    Jovem Aprendiz AdministrativoEx-funcionário, saiu em 2015

    Salvador, BA


    Prós: Tem um cunho evangélico, e receptivo.

    Contras: O salário muito baixo, descontos altos. Ambiente as vezes cansativo. Não recebia vale alimentação. Sem visão de crescimento.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    AdvogadoEx-funcionário, saiu em 2014

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Funcionários são boas pessoas. A empresa paga os salários em dia.

    Contras: Não investem nos funcionários, não dão cursos, não ajudam a pagar graduações, pósgraduações, etc. Não dão o mínimo necessário, por exemplo: sabonete no banheiro, café, falta toalha ou papel para enxugar as mãos etc. Nem no Natal eles deram alguma coisa. Não tem Participação nos Lucros, incentivos, premiações, nada... Por mais que você pague um curso para fazer tem que ser depois do horário dos expediente. Funcionários estão oprimidos, frustrados e estressados, tanto é verdade que até o plano de saúde aumentou o desconto em folha em aproximadamente 70% devido ao crescimento do nível de sinistralidade entre os colaboradores. Só quem se dá bem são os coordenadores (que ganham bem e possuem certos privilégios) , os parentes e esposas de pastores que acabam ganhando até mais que outros colaboradores que possuem mais cursos e graduações. Há verdadeira acepção de pessoas. Só querem conter despesas, mas quando é para gastos que satisfaçam os caprichos da Diretoria e os pastores aí tem dinheiro de sobra. Até a anuidade dos advogados eles dividiram em 10 vezes, o que não necessitaria pois dinheiro não falta e todos ali tem exclusividade. Criam celeumas desnecessárias. Não sabem ceder e averiguar o que é razoável. Tudo é ao extremo. Confundem o lado espiritual com o lado profissional. Só exigem, mas não conseguem fazer o bem para os colaboradores. Até aquilo que eles poderiam fazer para agradar, não fazem. Eles não estão nem aí para o que dizem deles. Afinal de contas eles tem poder, muito dinheiro e influência. Até porque o dinheiro sempre está entrando!

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 3 anos

    Trabalho no setor administrativo da IURD no Rio de Janeiro (Del Castilho)

    Funcionário

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: A maioria dos funcionários são pessoas ótimas de lidar e honestas. O ambiente corporativo é de bastante respeito tão somente entre os colaboradores, ou seja, há o fator educação entre a maioria.

    Contras: Infelizmente, a Diretoria e os encarregados (coordenadores) de cada setor não investem no conhecimento dos colaboradores. Não há incentivo de estudos (MBA, pós-graduação, inglês, cursos diversos), de crescimento profissional e nem de melhoria na qualidade dos serviços. O sistema da instituição "força" você a ficar na mesma e fazendo sempre o mesmo "trabalhinho" diário. Há grande divergências e injustiças salariais, por exemplo: os "parentes" ou "apadrinhados" dos "grandes" ganham bem, enquanto outros que não conhecem ninguém (que não são "peixes") não tem tanto valor assim. O incentivo é para os mais "fortes" e "aparentados". Depois de um tempo de IURD, você fica meio que estagnado e sendo ludibriado pela Diretoria de que as coisas um dia irão mudar para melhor, porém, isso nunca acontece. É um mundo de ilusão! A instituição (como empresa) não respeita o funcionário pois deixa que falte elementos básicos do dia-a-dia (como sabão, papel-toalha, guardanapo, café, água sem troca do filtro, etc). Muitas vezes a empresa confunde o "espiritual" com o "profissional", misturando tudo conforme lhe convém. Os funcionários dos outros Estados (como RJ) não são tão respeitados e vistos (já que São Paulo que manda em tudo e por isso não valoriza os colaboradores do RJ). Os salários estão defasados. Existem funcionários que entraram bem depois e ganham igual a outros que já estavam a muito mais tempo (não existe um plano de cargos e salários). Muitas vezes, os encarregados acabam abafando para a Diretoria Geral o que acontece nos setores, pois quanto mais economizar, melhor!!! Só querem dos funcionários, só pedem e cobram, mas nunca dão ou semeiam (ah, claro, a não ser a quem for apadrinhado!)

    Conselhos para presidência: Ouça todos os funcionários (grandes e pequenos) e façam acontecer para melhorar, isto é, ficar só ouvindo os conselhos e sugestões não adiante. Tem que praticar, fazer acontecer. Valorizem os colaboradores do Rio de Janeiro. Lembrem-se de que tudo começou aqui (RJ). Motivem (com ajuda financeira) os funcionários a estudarem, a buscar novos conhecimentos, cursos. Revejam as injustiças salariais com aqueles que são mais antigos, fazendo uma correlação com os que entraram a pouco tempo (valorizem os que fizeram história). Deem condições básicas para todos os funcionários (pelo menos um café, lanche, sabão, toalha para enxugar as mãos etc). Ao invés de só cobrar, passem a abençoar. Que o exemplo da Lei da Semeadura comece dentro da própria casa, partindo dos líderes (e não ao contrário)...

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 1 ano

    Uma empresa razoavél para se trabalhar.

    RepórterEx-funcionário, saiu em 2014

    Ribeirão Preto, SP


    Prós: A empresa disponibilizava um bom ticket e sempre foi muito pontual com os pagamentos dos funcionários. Em quatro anos de empresa, nunca atrasou o salário.

    Contras: Por ser uma empresa religiosa, era muito rígida. Não existe a possibilidade de crescimento hierárquico e o salário pago a todas as funções é sempre o piso.

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há quase 2 anos

    Regular

    Estagiário

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Ambiente de trabalho respeitoso, bons profissionais, reconhecimento.

    Contras: Baixa remuneração, reconhecimento tardio, condições de trabalho desfavorecidas diante do mercado de trabalho.

    Recomenda a empresa: Não


Informações da empresa

Igreja Universal do Reino de Deus

Descrição:A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) é uma igreja evangélica neopentecostal, com sede no Templo de Salomão, na cidade de São Paulo. Fundada em 9 de julho de 1977, pelo Bispo Edir Macedo e seu cunhado Romildo Ribeiro Soares, tornou-se o maior e principal grupo neopentecostal do Brasil. Tem mais de seis mil templos e 1,8 milhões de fiéis no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e quase 10 mil pastores. Está presente, segundo a instituição, em mais de 200 países, sendo mais disseminada nas nações de língua portuguesa. É a 5ª maior instituição no Brasil, sendo a 4ª maior igreja protestante e a 29ª maior denominação religiosa no mundo com seis milhões de pessoas.

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