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Como é trabalhar na Ericsson?

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  • Há mais de 3 anos

    No momento, para quem está se aposentando, pois os novos não gostarão do ambiente

    Analista de Redes

    São Paulo, SP


    Prós: A empresa permite a convivência internacional para pessoas em algumas áreas (não todas), tanto em projetos quanto em treinamentos (embora este venha caindo ultimamente). Outro ponto bom é o clube que a empresa oferece.

    Contras: Infelizmente a empresa vem tirando muitas coisas boas que possuía:

    - Home-Office: Contrariando a tendência das empresas mais abertas e criativas, a Ericsson cortou o Home office, embora, mesmo quando antes a prática existia formalmente, já não era vista com bons olhos. É claro que a prática sendo formalmente permitida, teria a supervisão dos gerentes para não haver abusos, mas até isso foi cortado.

    - Ponto Eletrônico: A empresa passou a adotar o ponto eletrônico (batimento de cartão), ou seja, na visão dos funcionários, isso passa não só desconfiança, mas também um ambiente que mais lembra o de uma fábrica dos anos 1920, ao invés de reconhecer os funcionários pelo atingimento dos resultados e cumprimento dos projetos. Sem contar que a flexibilidade é praticamente nula.

    -Metas: Muitas metas incoerentes são colocadas, como realizar os trabalhos burocráticos em tempo, o que vale mais do que entregar um projeto ao cliente com boa qualidade.

    - Aumento salarial: Essa questão está realmente ruim. Bons funcionários, que atingem metas, trazem lucro e retorno para a empresa com inovações, só são reconhecidos depois que saem da empresa, ou quando estão já com proposta fechada na outra empresa (isso quando oferecem contra proposta). Aumentos salarias são extremamente difíceis, somente quando a pessoa sai e volta é que pode conseguir voltar um pouco mais valorizada. Enquanto isso, os que vestem a camisa da empresa findam por ganhar 1%, 3% de aumento, e cifras tão irrisórias que tendem a desanimar mais ainda o funcionário.

    - Gerência: A gerência (no geral, pois há exceções) se mostra arcaica e com visão de uma empresa antiga demais, além de termos a sensação de muitos chefes e poucos trabalhadores ativos, o que tende a repelir novos e bons talentos.

    - Burocracia: A empresa parece perder muitos contratos devido a alta burocracia e processos entre a venda de um serviço e sua realização, o que torna o serviço caro e não competitivo, além de falhas no processo de vendas: Ex: não envolver pessoas técnicas na venda dos serviços, o que gera incoerências na entrega, reclamações dos clientes e mais retrabalho.

    Resumindo: A empresa vêm se tornando uma empresa boa para aqueles que estão mais acomodados e querem se aposentar, mas não mais interessante para quem quer uma carreira empolgante e participar ativamente de um mercado inovador, ou pessoas que são ativas, dinâmicas e criativas.

    Conselhos para presidência: Muitos não manifestam seu descontentamento por medo, o que mostra que os funcionários não confiam 100% na empresa. Por isso, a empresa deveria dar mais atenção a essas questões principais que vêm desmotivando muitos funcionários e fazendo com que Ótimos profissionais abandonem a empresa (estas opiniões/pontos representam um grupo bem grande na empresa e são pontos principais), o que deixa a empresa menos criativa e menos competitiva no mercado.

    Recomenda a empresa: Não

Informações da empresa

Ericsson

Descrição:A Ericsson é um fornecedor multinacional sueca de tecnologia e serviços de comunicações. A oferta inclui serviços, software e infra-estrutura dentro de Tecnologia da Informação e Comunicação para operadoras de telecomunicações e outras indústrias, incluindo telecomunicações e equipamentos de rede IP, banda larga móvel e fixa, operações e soluções de suporte ao negócio, TV a cabo, IPTV, sistemas de vídeo, e uma extensa serviços operação. A Ericsson é a líder mundial no mercado de infra-estrutura de rede móvel 2G/3G/4G. Fundada em 1876 por Lars Magnus Ericsson, a empresa é hoje sediada em Estocolmo, Suécia. A empresa emprega mais de 110.000 pessoas e trabalham com clientes em mais de 180 países, incluindo os EUA, China, Índia, Brasil, Japão, África do Sul, Austrália, Alemanha, Itália, Reino Unido e Suécia.

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