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Como é trabalhar na Cultura Inglesa?

192 postagens (39 avaliações nos últimos 12 meses)


Satisfação geral dos funcionários

3.44
  • Remuneração e benefícios
    3.61
  • Oportunidade de carreira
    3.29
  • Cultura da empresa
    3.47
  • Qualidade de vida
    3.39

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há quase 3 anos

    É uma ótima empresa para se trabalhar, mas alguns pontos precisam de melhoras

    Professor I

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: A empresa é muito agradável, os funcionários são bem tratados e valorizados, os gerentes são atenciosos e compreensivos. O ambiente profissional é bem equipado e temos acesso a todo o material que precisamos. As secretárias são competentes e tem treinamento constante para se manter atualizadas.

    Contras: O sistema de lançamento de notas e matéria é muito antigo e poderia ser atualizado para facilitar a vida do professor, assim como o sistema de folha de ponto.
    Além disso, a responsabilidade de lidar com alunos faltosos é sempre do professor, e não concordo com isso. Acredito que deveria ser trabalho da secretaria.
    Há muitas tarefas obrigatórias para cada aula e um tempo reduzido. Cada vez mais tarefas sem maior tempo torna quase impossível realizar tudo o que é esperado em cada aula

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há quase 3 anos

    Muito trabalho --- não é um curso com lições ''receita de bolo''

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Existem oportunidades de crescimento na carreira se você mostrar interesse e manter contatos com pessoas interessantes. O seu inglês pode melhorar bastante se você quiser. Existe um plano de carreira para professores, em que, dadas as condições, sua hora-aula aumenta. Eles oferecem vale-refeição. As oportunidades de seleção interna são divulgadas para todos os funcionários por e-mail, assim, basta se candidatar se você tiver os pré-requisitos.

    Contras: Tenho a impressão de que o networking na Cultura é muito próximo do puxa-saquismo. O material didático tem muitos problemas, poucos se salvam. A Cultura tem desenvolvido seus próprios livros, mas há muito a ser feito. Os professores reclamam muito de ter de trabalhar com material tão cheio de erros ou que é desinteressante para a maioria dos alunos. As lições quase nunca abordam a cultura norte-americana, seja a dos EUA ou a do Canadá, temas riquíssimos que renderiam lições interessantes. Forçam muito a barra com o Reino Unido, ainda assim, sem abordar temas mais diretos, como imigração, acomodação e dicas de compras no exterior. Em certos setores, existe uma adoração à Inglaterra e uma cultura de superioridade do inglês britânico em relação ao americano, o que é ignorância. Os professores são obrigados a manter contatos constantes com pais de crianças e adolescentes, o que é estressante e cansativo.

    Conselhos para presidência: Apesar de finalmente haver um plano de carreira, o valor da hora-aula ainda é baixo se for levada em conta a alta qualidade do trabalho oferecido pelos professores da Cultura. Deveria haver muito treinamento para os professores lidarem com crianças e adolescentes, pois há situações delicadas e tensas que surgem durante a aula e nem sempre sabemos como reagir. Isso pode gerar conflitos envolvendo professores, alunos e inclusive pais. O código de conduta não intimida os alunos mal-comportados.

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há aproximadamente 2 anos

    Só o número de matrículas importa

    Professor de InglêsEx-funcionário, saiu em 2015

    São Paulo, SP


    Prós: Pagam em dia e oferecem benefícios.

    Contras: Pressão constante por mais matrículas a qualquer custo, estímulo à competição no lugar na colaboração entre professores, exigências que não competem à função de professor (por exemplo, telefonar aos alunos que não pagaram a matrícula para convencê-los a se matricular). As salas têm 20 alunos e qualquer problema que possa surgir na aula é entendido como incompetência do professor. Não há espaço para diálogo e ideias divergentes da chefia.

    Conselhos para presidência: Resgatar a qualidade da escola em vez de focar na quantidade de matrículas.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 5 meses

    A Cultura Inglesa enquanto "escola/curso" acabou.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Os professores podem contar com e-boards nas salas de aula, o que auxilia em muito o trabalho, principalmente pelo uso da internet. Ainda possuímos alguns dos benefícios de outrora.

    Contras: A Cultura foi comprada pelo grupo Gera e agora seu foco passa longe do pedagógico. Isso fica evidente no tratamento do aluno como "cliente", o que menospreza a subjetividade do ensino/aprendizado, e na limitada visão do professor como alguém que pode ser "treinado" para "dar resultados". Esses resultados, por sua vez, nada tem a ver com a formação cultural ou o letramento do aluno, mas, sim, com o retorno financeiro que tal professor consegue gerar, o que nos coloca em uma situação profundamente delicada. Os nossos “resultados” agora são medidos com base em um ranking de todos os professores, cuja baliza se dá por um sistema objetivo de pontuação que conjuga: i) a nota que os alunos tiram (em suas provas!!!); ii) a nota que os alunos nos dão em suas avaliações em pesquisas de satisfação (pré-estruturadas e limitadas!!!); e iii) a avaliação do nosso gerente. A esse sistema, que recebeu o irônico nome de “Reconhecimento de Professor”, são atrelados ainda descontos de pontos em caso de: iv) faltas ao longo do ano (seja por saúde) ou por aprimoramento (conferências e congressos); e v) taxa de retenção (quantidades de cancelamentos de sua filial!!!). Tornando tudo ainda mais frustrante, esse plano vem em substituição à nossa antiga participação nos lucros (chamada de “Great”), deixando evidente que agora não nos vêem mais como parte daquilo que alavanca os “resultados” (lê-se: lucros), mas necessariamente culpados por qualquer queda nesse índice (vide descontos por cancelamentos, além da questão da nota baixa do aluno influenciar nosso downgrading no ranking!!!). Para piorar, após o ranking, receberemos “prêmios” como: i) treinamento na forma de um workshop em um dia de nosso recesso!!! (top300); ii) um fim de semana em um resort acompanhado de nada mais nada menos do que as ditas “lideranças” (gerentes? coordenadores? a conferir) (top100); e iii) mais treinamento, desta vez durante nossas férias de janeiro, só que agora em algum curso na Inglaterra ou similar - o que seria excelente, fosse de fato resultado de uma premiação justa, pautada em princípios que abarcam o nosso trabalho pedagógico e se pudéssemos usufruir conforme nossos planos (datas, por exemplo, poderiam ser escolhidas no recesso ou nas férias). Enfim, a sensação que fica é que o professor agora é visto como alguém tecnicamente incapaz (ou em débito), alguém que não tem mais direito ao descanso pois precisa ser treinado/instruído inclusive em seu tempo livre, alguém que precisa ser constantemente vigiado, perdendo sua autonomia e auto-estima. Isso fica ainda mais claro quando optam, por exemplo, por mudar o sistema de avaliação para evitar “conflito de interesse” dos professores, pois poderiam “burlar” a correção para se beneficiarem. Ora, consideram razoável que crianças e adolescentes de 12 a 18 anos julguem nosso trabalho (pesquisa de satisfação), mas não nos acham confiáveis o suficiente para desempenharmos nossa função com a idoneidade e a ética necessárias à nossa profissão. Simplesmente lamentável. E nesse relato só incluí uma única questão relativa aos professores. Existem outras. E existem várias ainda em relação aos outros setores da empresa - administrativo, acadêmico, etc. O clima na empresa - ou “companhia”, de acordo com o fetiche da nova gestão - está péssimo. É palpável o desconforto e a frustração de todos/as. Infelizmente.

    Conselhos para presidência: Considero urgente que revejam certos posicionamentos e projetos. É preciso que se lembrem de incluir os professores e os alunos em seus planos, ouvindo-os e aprendendo com eles a respeito de como funciona e do que se trata o ensino/aprendizado de língua estrangeira. É preciso humanizar as relações para enxergar e manter talentos e potenciais.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    Funcionário


    Prós: É bom pra vc dar um boost na carreira, sair de escolinhas. O salário é melhor que o do mercado e eles oferecem cursos.

    Contras: Você trabalha mil vezes mais do que te falaram. É exigido muito muito trabalho extra não remunerado. Você não escolhe seus horários ou carga horária. Nao é incomum trabalhar 8 horas por dia com um intervalo de 20 minutos. As salas são cheias (imagina uma turma de crianças com 20 alunos). As avaliações para verificar o seu trabalho são injustas. No final e no meio do ano você trabalha de telemarketing, sério, ligando pra vender o curso. Retenção (número de rematriculas) será uma palavra mais importante que saúde ou família no seu vocabulário, inclusive porque se um aluno seu morrer, foi sua culpa que ele não rematriculou.

    Conselhos para presidência: A Cultura pensa que porque o salário é maior que o do mercado que eles podem fazer o que quiserem, porque o funcionário não tem pra onde ir. Mas é assim que a empresa quer que o funcionário se sinta? Acuado? Ou ela quer que ele se sinta minimamente contente pelo trabalho que faz? O que acontece é que eles treinam o profissional, para perde-lo depois de 3 anos, porque ninguém aguenta tanta pressão e injustiças.

  • Há aproximadamente 3 anos

    razoável

    Professor de InglêsEx-funcionário, saiu em 2013

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: 1. O professor tem que estar sempre atualizado, não somente com relação às tecnologias, como também quanto à língua.
    2. Os benefícios oferecidos são atraentes.

    Contras: 1. Dependendo da filial em que se trabalha o professor tem que fazer serviços que fazem parte da rotina de secretaria.
    2. Muita cobrança fora de sala que acaba interferindo no desempenho dentro de sala.
    3. Os professores são muito competitivos. Um querendo mostrar mais serviço e conhecimento que o outro.
    4. Para determinados cargos há alguns pré-requisitos obrigatórios. Por exemplo, para ser "mentor" o candidato deve ter 3 anos de casa, CPE ou ECPE e desejável especialização ou mestrado em Letras/Educação/Linguística Aplicada. Seria muito bom se isso se aplicasse a todos. Sabe-se de profissionais que ocupam o cargo em questão sem ter nem o CAE.
    5. Exige-se que os professores façam alguns cursos online periodicamente. Os professores deveriam se candidatar, mas em alguns casos mentor e gerente escolhem quem vai fazer.
    6. Reuniões, pre-talks, post-talks, workshops e uma infinidade de coisas que fazemos não são remuneradas e não diminuem o banco de horas.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 2 anos

    Boa para ganhar dinheiro, mas altamente estressante para o funcionário

    Professor de InglêsEx-funcionário, saiu em 2015

    São Paulo, SP


    Prós: As únicas vantagens são o salário para professor que é acima do mercado e um mês de recesso que é dado além das férias.

    Contras: Empresa muito competitiva, apesar de ser instituição sem fins lucrativos. O professor tem que ligar para alunos faltantes e implorar que não parem o curso independente do motivo, o que torna o ambiente competitivo e hostil. Um clima muita ruim paira no ar. Infelizmente isso acontece devido à gerência que visa lucro e mais lucro.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 6 meses

    Costumava ser uma ótima empresa para se trabalhar

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: É uma ótima empresa para professores novatos. Existe um grande interesse da empresa em investir na atualização e aperfeiçoamento de seus professores.

    Contras: Atualmente, desde que a empresa foi comprada pelo grupo Gera, a empresa sofreu algumas mudanças tais como:Demitiu em dezembro de 2016, mais de 150 colaboradores; Tirou um benefício muito esperado- O Great - que se tratava da participação dos lucros da empresa. Os professores são pressionados a vender exames de Cambridge Ligações quinzenais para alunos devem ser feitas, e tem alguém monitorando isso; A retenção do aluno é dever do professor, você recebe uma lista com o seu total de alunos, e deve manter aquele número até o final do semestre.

    Conselhos para presidência: Uma equipe se faz com pessoas que se sentem valorizadas e ouvidas. Se quiser pessoas para executar ordens, contrate soldados.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 1 ano

    Ótimo serviço, com produto razoável e gestão ineficaz

    Instrutor de Idiomas

    São Paulo, SP


    Prós: Salario competitivo com o mercado, oportunidades de treinamento e incentivo à certificações internacionais.

    Contras: Pressão constante por resultados, falta de plano de carreira, tarefas administrativas alheias a função de professor. Departamento acadêmico atua de forma agressiva e antes de suporte, etiqueta negativamente a qualidade do serviço oferecido pela ponta do professor. Gráfico na sala dos professores indica que raros são os profissionais com padrão elevado. Grande turnover de funcionários, ranking humilhante de performance de filiais. Reunioes agressivas por números, e-mails que lotam cxa diariamente, exigências de tarefas extras como substituições como obrigações, caso contrário visto como inflexibilidade. Quase Impossibilidade de negociar carga horária. Trabalhar sábado a tarde obrigatorio para algumas filiais, com politica de favoritismo.

    Conselhos para presidência: Implementação de plano de carreira, reconhecimento do mérito dos profissionais que cumprem suas tarefas de modo a satisfazer o cliente, oferecimento de feedback de forma mais pessoal, cara a cara e não por terceiros. Incentivo ao bem estar, abertura de canal de comunicação limpo e transparente. Combate a ambientes ameaçadores ou constrangedores.

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há aproximadamente 2 anos

    Prestem atenção em seus professores

    ProfessorEx-funcionário, saiu em 2015


    Prós: Alto investimento em capacitação profissional, cursos em diversas áreas de desenvolvimento profissional, salário atrativo, tradição da escola, observação contínua de aulas e planos de ação, férias e recesso, salário extra em janeiro baseado em resultados do ano anterior. Treinamentos gigantescos e com profissionais de altíssimo gabarito no ensino e aprendizagem da língua inglesa.

    Contras: Massificação da mão de obra técnica sem contato humano e individual, não valorização emocional dos funcionários ( a não ser por poucos gerentes), metas inatingíveis e inflexíveis dependendo de onde a filial está, reconhecimento temporário - que frustra pois ora somos bons, ora somos péssimos. A troca de gerentes traz instabilidade e muitas demissões sem uma justificativa plausível e, após o desligamento, o contato com os superiores e RH é quase nulo, parecendo que fomos descartados e nossa opinião não vale nada, visto que não somos mais parte do corpo docente e nem da constituição da empresa - e muitas das demissões tem um aspecto pessoal e não profissional. Dizem que preservam (consertam) a mão de obra com treinamentos, devolutivas, etc mas só se sai bem quem está em filiais com retenção alta, independente da competência. As cobranças para retenção de alunos é absurda, uma vez que muitas das desistências e cancelamentos são de outra ordem, não pela insatisfação diretamente ligada ao professor. As reuniões gerenciais são muitas vezes humilhantes, infelizmente. Em uma empresa que não visa lucros, o dinheiro grita por espaço. A filosofia que é pregada é linda mas, a realidade, é maculada e cheia de atos desumanos. Os que ficam são guerreiros não apenas por suportarem a demanda de trabalho, mas porque suportam as instabilidades gerenciais. Os que saem, gostariam de ter ficado porque amavam o trabalho, a empresa, o desenvolvimento profissional individual que podiam desfrutar dentro de uma empresa deste porte.

    Conselhos para presidência: Valorizem os professores que levam a instituição nas costas. Conversem e considerem seus professores que morrem de orgulho de trabalhar na Cultura Inglesa. Não percam a essência que sempre levou a Cultura ao sucesso nas bocas dos alunos e de seus profissionais. Abram os olhos enquanto há tempo.

    Recomenda a empresa: Não


Informações da empresa

Cultura Inglesa

Descrição:A Cultura Inglesa é uma instituição com mais de 80 anos de atuação. Presente nos estados do RJ, ES, GO, RS e no DF, traduz excelência no ensino do inglês, com professores capacitados e tecnologia educacional de última geração.

Com foco no treinamento dos seus profissionais, promove cursos frequentes para o aperfeiçoamento e a reciclagem constante dos seus professores.

Site

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