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Como é trabalhar na Cultura Inglesa?

223 postagens (50 avaliações nos últimos 12 meses)


Satisfação geral dos funcionários

3.34
  • Remuneração e benefícios
    3.43
  • Oportunidade de carreira
    3.13
  • Cultura da empresa
    3.43
  • Qualidade de vida
    3.09

Recomendam a empresa a um amigo


  • Há aproximadamente 3 anos

    Cultura Inglesa RJ - A experiência profissional mais negativa que tive

    Gerente de Projetos (GP)Ex-funcionário, saiu em 2014

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Benefícios e salários regulares

    Contras: Parece uma empresa familiar, tratando muitas coisas com falta de profissionalismo e em algumas áreas, muito favorecimento.
    Na área que eu trabalhei, pessoas ficavam ociosas e não exerciam suas funções, mas eram protegidas e promovidas por serem amigos do gestor. O pior é que todos na empresa (todos mesmo, outros gerentes, diretores e até a presidente) sabiam dessa situação e achavam engraçado.

    Conselhos para presidência: Acabe com o favorecimento nessa área imediatamente, pois ela desmotiva os demais funcionários dessa gerência e das demais.
    MUITOS funcionários trocaram de gerência, se demitiram ou foram demitidos por não realizarem convites para almoços ou não terem convivio social fora do ambiente de trabalho.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 3 anos

    péssima.

    Professor

    São Paulo, SP


    Prós: status que se tem no mercado trabalhando lá

    Contras: tratamento com o funcionário, relacionamento chefes, salário, péssimo clima, falta de conforto para falar de situações dificeis.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 3 meses

    Insatisfeita

    Funcionário

    São Paulo, SP


    Prós: Investimento em desenvolvimento profissional e salário um pouco acima da média. Bons recursos disponíveis nas filiais e boa rede de suporte acadêmico.

    Contras: Exigência excessiva em relação a resultados. Falta de transparência em relação a plano de carreira. Meses de férias costumam ser difíceis devido ao número de ligações que professores devem fazer.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 4 meses

    Não é para quem quer ter vida pessoal

    Instrutor de Inglês

    São Paulo, SP


    Prós: Possibilidade de crescimento dentro da empresa e cursos frequentes de reciclagem. A princípio tudo é lindo e acolhedor, pude escolher os horários em que iria trabalhar mas não aonde iria trabalhar.

    Contras: Extrema exigência e pouco espaço para o diálogo, acredito que se possa superar problemas através do bom relacionamento com a direção e entre os funcionários.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 4 meses

    Boa experiência

    Professor de InglêsEx-funcionário, saiu em 2012

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Boa chance de aprendizado, é possível se motivar para aprender mais o idioma, possibilidade de viajar e de fazer um bom network. Empresa organizada, com eventos para estudar mais e aprender mais. Tem plano de saúde, desconto para familiares, desconto em cursos da empresas e em cult trips e auxílio creche, benefícios que são raros em cursos de inglês

    Contras: Baixos salários, muita pressão para pouca compensação financeira. Dependendo da filial o ambiente pode ser um pouco hostil. Requer muita carga horária disponível e nem sempre o salário compensa dispensar tanto tempo.

    Conselhos para presidência: Busque uma boa filiar, socialize bem com os colegas e estude muito, disponibilize o máximo do seu tempo .

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 9 meses

    A Cultura Inglesa enquanto "escola/curso" acabou.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Os professores podem contar com e-boards nas salas de aula, o que auxilia em muito o trabalho, principalmente pelo uso da internet. Ainda possuímos alguns dos benefícios de outrora.

    Contras: A Cultura foi comprada pelo grupo Gera e agora seu foco passa longe do pedagógico. Isso fica evidente no tratamento do aluno como "cliente", o que menospreza a subjetividade do ensino/aprendizado, e na limitada visão do professor como alguém que pode ser "treinado" para "dar resultados". Esses resultados, por sua vez, nada tem a ver com a formação cultural ou o letramento do aluno, mas, sim, com o retorno financeiro que tal professor consegue gerar, o que nos coloca em uma situação profundamente delicada. Os nossos “resultados” agora são medidos com base em um ranking de todos os professores, cuja baliza se dá por um sistema objetivo de pontuação que conjuga: i) a nota que os alunos tiram (em suas provas!!!); ii) a nota que os alunos nos dão em suas avaliações em pesquisas de satisfação (pré-estruturadas e limitadas!!!); e iii) a avaliação do nosso gerente. A esse sistema, que recebeu o irônico nome de “Reconhecimento de Professor”, são atrelados ainda descontos de pontos em caso de: iv) faltas ao longo do ano (seja por saúde) ou por aprimoramento (conferências e congressos); e v) taxa de retenção (quantidades de cancelamentos de sua filial!!!). Tornando tudo ainda mais frustrante, esse plano vem em substituição à nossa antiga participação nos lucros (chamada de “Great”), deixando evidente que agora não nos vêem mais como parte daquilo que alavanca os “resultados” (lê-se: lucros), mas necessariamente culpados por qualquer queda nesse índice (vide descontos por cancelamentos, além da questão da nota baixa do aluno influenciar nosso downgrading no ranking!!!). Para piorar, após o ranking, receberemos “prêmios” como: i) treinamento na forma de um workshop em um dia de nosso recesso!!! (top300); ii) um fim de semana em um resort acompanhado de nada mais nada menos do que as ditas “lideranças” (gerentes? coordenadores? a conferir) (top100); e iii) mais treinamento, desta vez durante nossas férias de janeiro, só que agora em algum curso na Inglaterra ou similar - o que seria excelente, fosse de fato resultado de uma premiação justa, pautada em princípios que abarcam o nosso trabalho pedagógico e se pudéssemos usufruir conforme nossos planos (datas, por exemplo, poderiam ser escolhidas no recesso ou nas férias). Enfim, a sensação que fica é que o professor agora é visto como alguém tecnicamente incapaz (ou em débito), alguém que não tem mais direito ao descanso pois precisa ser treinado/instruído inclusive em seu tempo livre, alguém que precisa ser constantemente vigiado, perdendo sua autonomia e auto-estima. Isso fica ainda mais claro quando optam, por exemplo, por mudar o sistema de avaliação para evitar “conflito de interesse” dos professores, pois poderiam “burlar” a correção para se beneficiarem. Ora, consideram razoável que crianças e adolescentes de 12 a 18 anos julguem nosso trabalho (pesquisa de satisfação), mas não nos acham confiáveis o suficiente para desempenharmos nossa função com a idoneidade e a ética necessárias à nossa profissão. Simplesmente lamentável. E nesse relato só incluí uma única questão relativa aos professores. Existem outras. E existem várias ainda em relação aos outros setores da empresa - administrativo, acadêmico, etc. O clima na empresa - ou “companhia”, de acordo com o fetiche da nova gestão - está péssimo. É palpável o desconforto e a frustração de todos/as. Infelizmente.

    Conselhos para presidência: Considero urgente que revejam certos posicionamentos e projetos. É preciso que se lembrem de incluir os professores e os alunos em seus planos, ouvindo-os e aprendendo com eles a respeito de como funciona e do que se trata o ensino/aprendizado de língua estrangeira. É preciso humanizar as relações para enxergar e manter talentos e potenciais.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 1 ano

    Oportunidade de aprendizagem

    Desenvolvedor Java Pleno

    São Paulo, SP


    Prós: Possibilidade de trabalhar com novas tecnologias; ambiente colaborativo, gestores flexíveis, há investimento na carreira, suporte de infra é super bom.

    Contras: Não há liberdade quanto a proatividade, péssimas máquinas (usuário comum), não há reconhecimento algum quanto ao bom profissional que você é, não existe banco de horas e muito menos horas extras.

    Conselhos para presidência: Dê uma bom notebook para o profissional de desenvolvimento, lhe garanto que quem sairá ganhando será a empresa; pontue os profissionais por Sprint já no início do projeto, pois tem muito desenvolvedor pleno dando show em Senior e muitas das vezes em arquiteto, detalhe, ganhando bem menos (4 vezes) e é dispensado por excesso de proatividade e conhecimentos além dos colaboradores Seniores e Arquitetos

    Recomenda a empresa: Sim

  • Há aproximadamente 1 ano

    Um lugar que já foi muito bom de se trabalhar.

    Coordenador Acadêmico

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Ambiente, embora já tenha sido melhor. Oportunidades de aprendizado. Benefícios, que também já foram melhores. Oportunidades de troca intra e entre departamentos.

    Contras: Meritocracia sem critérios bem aplicados, mas que apenas estimulam uma competição sem base em educação, que é o nosso objetivo. Extrema cobrança e pouco retorno. Política de viagem que explora o funcionário.

    Conselhos para presidência: Ouvir mais quem tem experiência no ramo pra contribuir com as mudanças de maneira a respeitar o que fazemos. Menos foco em número, mais foco em resultados qualitativos e em pessoas.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 1 ano

    Boas pessoas para amizades longas

    Analista de Projetos SêniorEx-funcionário, saiu em 2015

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Pessoas maravilhosas. Localização de fácil acesso. Muitos projetos para serem desenvolvidos. Ambiente leve de trabalho. Acesso aos diretores e presidente.

    Contras: Falta de priorização de projetos. Dificuldade em agendar reuniões com coordenadores e analistas das áreas. Falta de uma cultura de projetos na empresa.

    Conselhos para presidência: Avaliar melhor os profissionais internos para realocá-los naquilo que eles tês de melhor para oferecer.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 1 ano

    Não vale à pena

    ProfessorEx-funcionário, saiu em 2016

    Brasília, DF


    Prós: A empresa busca fidelizar o funcionário oferecendo benefícios como vale alimentação/refeição, vale transporte , plano de saúde e aspectos correlatos

    Contras: Muita pressão para atingir metas com reuniões agressivas e política de trabalho sem clareza, você trabalha com banco de horas mas nunca sabe ao certo de aquelas horas equivalem ao tempo gasto no trabalho. Salários baixos dado o tamanho da empresa. Chances praticamente nulas de seguir carreira.

    Recomenda a empresa: Não


Informações da empresa

Cultura Inglesa

Descrição:A Cultura Inglesa é uma instituição com mais de 80 anos de atuação. Presente nos estados do RJ, ES, GO, RS e no DF, traduz excelência no ensino do inglês, com professores capacitados e tecnologia educacional de última geração.

Com foco no treinamento dos seus profissionais, promove cursos frequentes para o aperfeiçoamento e a reciclagem constante dos seus professores.

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