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Como é trabalhar na Cultura Inglesa?

189 postagens (43 avaliações nos últimos 12 meses)


Satisfação geral dos funcionários

3.51
  • Remuneração e benefícios
    3.64
  • Oportunidade de carreira
    3.26
  • Cultura da empresa
    3.48
  • Qualidade de vida
    3.38

Recomendam a empresa a um amigo



  • Há 9 meses

    Rotina de demissões injustas.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Bons benefícios (ticket e plano de saúde de qualidade). As pessoas antigas da empresa são sempre muito acolhedoras e dispostas a ajudar em todos os sentidos.

    Contras: A empresa foi recentemente vendida para uma empresa que não é do ramo da educação. Entre outras posturas adotadas por este novo grupo, foi assumida uma rotina de demissões sem justificativas plausíveis e de pressões por resultados que gerem lucro financeiro. No final das contas, acho possível afirmar que hoje em dia a Cultura Inglesa não é mais um lugar interessante para se trabalhar.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há aproximadamente 1 ano

    Nem pensar!

    Técnico em IdiomasEx-funcionário, saiu em 2015

    São Paulo, SP


    Prós: Acesso a cursos gratuitos. Carga horária elevada, o que permite um ganho acima do mercado. Excelente treinamento inicial. Benefícios, como plano de previdência.

    Contras: Todos os imagináveis. Não há possibilidade de vida pessoal, a empresa só quer saber das metas. As salas têm 20 alunos - na Entry são 25! Se o aluno parar o curso, o professor é o culpado, simples assim. A competição é um inferno. Além disso, dependendo da gerência, você nunca vai receber um elogio.

    Conselhos para presidência: Que tal ser uma empresa que, além de querer alcançar superávit (por ser sem fins lucrativos), vocês também não se preocupam com quem ajuda a manter este superávit?

    Recomenda a empresa: Não

  • Há quase 2 anos

    Incompetencia

    ProfessorEx-funcionário, saiu em 2015

    Macaé, RJ


    Prós: Como curso de Ingles eu acho a Cultura Inglesa a melhor. Os livros sao muito bons, da Cambridge por tanto se os professores forem qualificados seria o melhor de todo o Brasil.

    Contras: Infelizmente se as empresas como esta em Macae (Que e franquia da Cultura) nao seguem o mesmo padrao da Cultura Inglesa com respeito a salario e respeito a seus funcionarios, (isso sem falar da falta de boa administracao) Neste momento teriam bons e mais professores para lidar com a quantidade de turmas que tem.

    Conselhos para presidência: Escutar mais aos empregados quando tiver reunioes e seminarios e levar em consideracao a experiencia deles.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há quase 2 anos

    Nada a declarar

    Auxiliar de Portaria

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Pode estudar inglês com desconto.

    Contras: Não há nada a se fazer, falta de perspectiva é crescimento profissional

    Conselhos para presidência: Continuem sempre assim.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    Liberdade

    Funcionário


    Prós: Pagamento em dia. Status. Feriados

    Contras: Horário fixo.. Clientes chatos

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    Funcionário


    Prós: É bom pra vc dar um boost na carreira, sair de escolinhas. O salário é melhor que o do mercado e eles oferecem cursos.

    Contras: Você trabalha mil vezes mais do que te falaram. É exigido muito muito trabalho extra não remunerado. Você não escolhe seus horários ou carga horária. Nao é incomum trabalhar 8 horas por dia com um intervalo de 20 minutos. As salas são cheias (imagina uma turma de crianças com 20 alunos). As avaliações para verificar o seu trabalho são injustas. No final e no meio do ano você trabalha de telemarketing, sério, ligando pra vender o curso. Retenção (número de rematriculas) será uma palavra mais importante que saúde ou família no seu vocabulário, inclusive porque se um aluno seu morrer, foi sua culpa que ele não rematriculou.

    Conselhos para presidência: A Cultura pensa que porque o salário é maior que o do mercado que eles podem fazer o que quiserem, porque o funcionário não tem pra onde ir. Mas é assim que a empresa quer que o funcionário se sinta? Acuado? Ou ela quer que ele se sinta minimamente contente pelo trabalho que faz? O que acontece é que eles treinam o profissional, para perde-lo depois de 3 anos, porque ninguém aguenta tanta pressão e injustiças.

  • Há mais de 2 anos

    Cultura Inglesa RJ - A experiência profissional mais negativa que tive

    Gerente de Projetos (GP)Ex-funcionário, saiu em 2014

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Benefícios e salários regulares

    Contras: Parece uma empresa familiar, tratando muitas coisas com falta de profissionalismo e em algumas áreas, muito favorecimento.
    Na área que eu trabalhei, pessoas ficavam ociosas e não exerciam suas funções, mas eram protegidas e promovidas por serem amigos do gestor. O pior é que todos na empresa (todos mesmo, outros gerentes, diretores e até a presidente) sabiam dessa situação e achavam engraçado.

    Conselhos para presidência: Acabe com o favorecimento nessa área imediatamente, pois ela desmotiva os demais funcionários dessa gerência e das demais.
    MUITOS funcionários trocaram de gerência, se demitiram ou foram demitidos por não realizarem convites para almoços ou não terem convivio social fora do ambiente de trabalho.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há mais de 2 anos

    péssima.

    Professor

    São Paulo, SP


    Prós: status que se tem no mercado trabalhando lá

    Contras: tratamento com o funcionário, relacionamento chefes, salário, péssimo clima, falta de conforto para falar de situações dificeis.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 4 meses

    A Cultura Inglesa enquanto "escola/curso" acabou.

    Professor

    Rio de Janeiro, RJ


    Prós: Os professores podem contar com e-boards nas salas de aula, o que auxilia em muito o trabalho, principalmente pelo uso da internet. Ainda possuímos alguns dos benefícios de outrora.

    Contras: A Cultura foi comprada pelo grupo Gera e agora seu foco passa longe do pedagógico. Isso fica evidente no tratamento do aluno como "cliente", o que menospreza a subjetividade do ensino/aprendizado, e na limitada visão do professor como alguém que pode ser "treinado" para "dar resultados". Esses resultados, por sua vez, nada tem a ver com a formação cultural ou o letramento do aluno, mas, sim, com o retorno financeiro que tal professor consegue gerar, o que nos coloca em uma situação profundamente delicada. Os nossos “resultados” agora são medidos com base em um ranking de todos os professores, cuja baliza se dá por um sistema objetivo de pontuação que conjuga: i) a nota que os alunos tiram (em suas provas!!!); ii) a nota que os alunos nos dão em suas avaliações em pesquisas de satisfação (pré-estruturadas e limitadas!!!); e iii) a avaliação do nosso gerente. A esse sistema, que recebeu o irônico nome de “Reconhecimento de Professor”, são atrelados ainda descontos de pontos em caso de: iv) faltas ao longo do ano (seja por saúde) ou por aprimoramento (conferências e congressos); e v) taxa de retenção (quantidades de cancelamentos de sua filial!!!). Tornando tudo ainda mais frustrante, esse plano vem em substituição à nossa antiga participação nos lucros (chamada de “Great”), deixando evidente que agora não nos vêem mais como parte daquilo que alavanca os “resultados” (lê-se: lucros), mas necessariamente culpados por qualquer queda nesse índice (vide descontos por cancelamentos, além da questão da nota baixa do aluno influenciar nosso downgrading no ranking!!!). Para piorar, após o ranking, receberemos “prêmios” como: i) treinamento na forma de um workshop em um dia de nosso recesso!!! (top300); ii) um fim de semana em um resort acompanhado de nada mais nada menos do que as ditas “lideranças” (gerentes? coordenadores? a conferir) (top100); e iii) mais treinamento, desta vez durante nossas férias de janeiro, só que agora em algum curso na Inglaterra ou similar - o que seria excelente, fosse de fato resultado de uma premiação justa, pautada em princípios que abarcam o nosso trabalho pedagógico e se pudéssemos usufruir conforme nossos planos (datas, por exemplo, poderiam ser escolhidas no recesso ou nas férias). Enfim, a sensação que fica é que o professor agora é visto como alguém tecnicamente incapaz (ou em débito), alguém que não tem mais direito ao descanso pois precisa ser treinado/instruído inclusive em seu tempo livre, alguém que precisa ser constantemente vigiado, perdendo sua autonomia e auto-estima. Isso fica ainda mais claro quando optam, por exemplo, por mudar o sistema de avaliação para evitar “conflito de interesse” dos professores, pois poderiam “burlar” a correção para se beneficiarem. Ora, consideram razoável que crianças e adolescentes de 12 a 18 anos julguem nosso trabalho (pesquisa de satisfação), mas não nos acham confiáveis o suficiente para desempenharmos nossa função com a idoneidade e a ética necessárias à nossa profissão. Simplesmente lamentável. E nesse relato só incluí uma única questão relativa aos professores. Existem outras. E existem várias ainda em relação aos outros setores da empresa - administrativo, acadêmico, etc. O clima na empresa - ou “companhia”, de acordo com o fetiche da nova gestão - está péssimo. É palpável o desconforto e a frustração de todos/as. Infelizmente.

    Conselhos para presidência: Considero urgente que revejam certos posicionamentos e projetos. É preciso que se lembrem de incluir os professores e os alunos em seus planos, ouvindo-os e aprendendo com eles a respeito de como funciona e do que se trata o ensino/aprendizado de língua estrangeira. É preciso humanizar as relações para enxergar e manter talentos e potenciais.

    Recomenda a empresa: Não

  • Há 7 meses

    Oportunidade de aprendizagem

    Desenvolvedor Java Pleno

    São Paulo, SP


    Prós: Possibilidade de trabalhar com novas tecnologias; ambiente colaborativo, gestores flexíveis, há investimento na carreira, suporte de infra é super bom.

    Contras: Não há liberdade quanto a proatividade, péssimas máquinas (usuário comum), não há reconhecimento algum quanto ao bom profissional que você é, não existe banco de horas e muito menos horas extras.

    Conselhos para presidência: Dê uma bom notebook para o profissional de desenvolvimento, lhe garanto que quem sairá ganhando será a empresa; pontue os profissionais por Sprint já no início do projeto, pois tem muito desenvolvedor pleno dando show em Senior e muitas das vezes em arquiteto, detalhe, ganhando bem menos (4 vezes) e é dispensado por excesso de proatividade e conhecimentos além dos colaboradores Seniores e Arquitetos

    Recomenda a empresa: Sim


Informações da empresa

Cultura Inglesa

Descrição:A Cultura Inglesa é uma instituição com mais de 80 anos de atuação. Presente nos estados do RJ, ES, GO, RS e no DF, traduz excelência no ensino do inglês, com professores capacitados e tecnologia educacional de última geração.

Com foco no treinamento dos seus profissionais, promove cursos frequentes para o aperfeiçoamento e a reciclagem constante dos seus professores.

Site

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