Você já vendeu suas férias? Pense bem se vale a pena

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Vender parte das férias tem se tornado um hábito cada vez mais comum entre os colaboradores de uma empresa, seja por razões financeiras, por projetos em andamento ou simplesmente por falta de uma viagem programada para preencher os dias de descanso. Vale lembrar que, por lei, todo trabalhador tem o direito de pedir ao empregador para que compre 1/3 de suas férias. O empregador, no entanto, tem o direito de aceitar esse pedido ou não. 

De acordo com a Consolidação das Leis do trabalho (CLT), o abono pecuniário (conversão de alguns dias das férias em dinheiro) deverá ser requerido pelo trabalhador até 15 dias antes do término do período aquisitivo. Mas será que vale a pena vender seus dias de descanso?
Nesse caso, cada pessoa deve refletir a respeito de sua situação antes de tomar uma decisão. Se analisarmos o ponto de vista de saúde, é muito melhor o colaborador tirar todas as suas férias para descansar. Se o trabalhador já estiver muito cansado e estressado, vender essas férias pode representar um gasto maior depois, mas com medicamento e médicos. 

Por outro lado, se a pessoa tiver um grande débito financeiro, não conseguirá aproveitar suas férias de uma forma tranquila, já que dívidas vão lhe tirar o sono e a calma. Aí, vender parte das férias pode ser uma solução bastante razoável e tirar um peso da frente.

Portanto, analise bem a sua situação antes de resolver vender as suas férias e lembre-se: descanso e alguns dias de tranquilidade são fundamentais para render bem no trabalho e ter uma vida mais feliz.

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