Os estados mais satisfeitos no trabalho (ou não)

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Levantamento da comunidade de carreiras Love Mondays mostra os motivos de contentamento e insatisfação dos funcionários nas unidades territoriais.
Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul são os três estados com maior nível de satisfação dos funcionários no trabalho. É o que revela levantamento realizado pela Love Mondays (www.lovemondays.com.br), a maior comunidade de carreiras onde você descobre os salários e a satisfação dos funcionários em cada empresa.
O levantamento, realizado em janeiro e fevereiro deste ano a partir de 20 mil comentários coletados no portal (onde as pessoas classificam a satisfação no trabalho de uma a cinco estrelas), procurou identificar os dez estados com maior nível de satisfação/ insatisfação dos funcionários com o ambiente de trabalho.
Santa Catarina obteve a maior média (3,47) de contentamento do país, seguido por outros dois estados da região Sul: Paraná (3,37) e Rio Grande do Sul (3,25). Entre os motivos apontados na pesquisa, os aspectos mais destacados positivamente pelos funcionários nesses estados foram benefícios corporativos, aprendizado profissional e progressão na carreira.
“Os dados são surpreendentes. Tínhamos a percepção de que os estados da região Nordeste seriam os líderes desse levantamento, até pela movimentação de executivos em busca de qualidade de vida nesses estados”, explica Luciana Caletti, CEO da Love Mondays.
Em contrapartida, a pesquisa também buscou saber os motivos que levaram os estados de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro a receberem as avaliações mais baixas no levantamento, com 3,16; 3,12 e 3,09, respectivamente. Os aspectos mais determinantes para a insatisfação dos funcionários que atuam nesses estados foram o baixo salário, falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional e liderança e gerentes fracos.
“São Paulo e Rio são velhos conhecidos por essas características, mas a Bahia figura como a grande novidade nessa lista. É curioso saber que os funcionários que por lá atuam tenham insatisfações semelhantes ao de estados reconhecidos tradicionalmente pelo grande ritmo de trabalho”, diz Luciana.

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