O que é melhor? Ter mais flexibilidade no trabalho ou ganhar mais?

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Se pudesse escolher, você já pensou em qual alternativa seria melhor para a sua vida? Ter mais tempo livre e flexibilidade no trabalho ou horários rígidos e um salário maior? Aparentemente, a possibilidade de ter horários flexíveis é muito mais atraente do que mais dinheiro no bolso. É o que aponta uma pesquisa recente feita pelo Citigroup Inc. e pelo LinkedIn Corp.
Das 1.043 pessoas (entre homens e mulheres) que foram entrevistados, 64% deles escolheu flexibilidade no trabalho em vez de 10% de aumento do salário. Entretanto, se o aumento sobe para 20%, os números mudam – 47% preferem flexibilidade e 53% escolhem o dinheiro. Mais de 70% ficariam com 30% a mais de aumento.

A partir desse estudo, é possível concluir o seguinte: pequenas mudanças são capazes de gerar muito mais satisfação aos colaboradores. Homens e mulheres dividem a mesma opinião em relação a aumento de salário, porém outros pontos abordados pela pesquisa revelam uma diferença no pensamento de ambos em relação a aspectos como carreira e família. 78% das mulheres entrevistadas disseram que nunca ouviram um homem de sucesso falar sobre os desafios de combinar carreira e família. Geralmente, esse assunto é abordado apenas em pesquisas feitas com mulheres.

Entretanto, tudo indica que essa situação deve mudar em breve. Em agosto, Max Schireson deixou seu emprego de CEO da startup bilionária MongoDB para passar mais tempo com sua família e alguns pais executivos também estão começando a reduzir seu tempo de trabalho para balancear a vida familiar e o trabalho, segundo uma reportagem publicada pelo jornal The Wall Street Journal.

A pesquisa do LinkedIn mostrou que homens e mulheres acima dos 35 anos se sentem aliviados quando escutam uma mulher de sucesso falando sobre os desafios de conciliar as duas coisas: trabalho x família. Algumas mulheres mais jovens, no entanto, afirmaram que esse tipo de conversa as deixa decepcionadas e menos motivadas a buscar uma posição de liderança em uma empresa. Outras disseram que se sentem motivadas a superar essa tensão, que veem como um problema de gerações mais velhas. E há, ainda, as que possuem entre 45 e 54 anos e que se sentem frustradas quando grandes líderes afirma que mulheres não podem conciliar diversos papéis em sua vida.

E para você? Qual seria a melhor combinação?

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