Da escola para o mundo afora

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Ah, se todas as coisas que a gente precisasse aprender, a gente aprendesse na escola. Mas não adianta, não demora. Da escola a gente leva momentos lindos, amores findos, sorrisos indo e vindo. Mas a gente não leva a hora. Porque o tempo não aflora se a gente não se joga.

Informação move o mundo e o valor das coisas que a gente aprende torna-se nosso valor também. Seja lá fora, seja agora, seja depois de virar abóbora.

A qualidade de conhecimento que a gente aglomera ao longo da vida muda nossa constituição e nos torna mais valiosos. E daí carregamos isso em nosso cotidiano, nossas escolhas e nossas carreiras. Carregamos isso escola afora, mundo afora, da madrugada à aurora.

A plasticidade do aprendizado nos torna únicos. Então, corre, pra aprender não tem hora. Ainda mais quando é o seu sonho que está em jogo. Seja bobo ou seja novo. Seu sonho é fogo e não há nada que o impeça de tentar de novo.

Ainda há muito que fazer para melhorar a escola e a parte boa disso é que nossas ações fazem diferença. A gente pode levar pra escola todas aquelas coisas que a escola não ensina, basta que a gente consiga multiplicar a informação. Sim, aquela mesma que o torna único. Aquela mesma que transforma sonho em realidade, sorriso em felicidade.

Já pensou em escrever sobre o que você aprende, observa, conversa, lê, vivencia, assiste…? Que tal? Vai lá, traga para a escola o que você aprende lá fora.

tinaTina Teresa acredita que a segunda-feira é um réveillon semanal: uma nova chance para rever valores e planos, tomar decisões e se tornar, cada vez mais, uma pessoa melhor. Autora do blog Panic Monday, publica às segundas-feiras poemas próprios sobre conflitos românticos que inundam o cotidiano e também inventa Panic Moments: mimos artesanais que tornam a literatura móvel, enfeitam a vida e confortam a alma e o coração. Jornalista especialista em Comunicação Empresarial, escreve crônicas poéticas para o blog do Love Mondays na primeira segunda-feira de cada mês.

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