3 dicas para fortalecer o papel das mulheres na liderança

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Mesmo sendo mais da metade da população brasileira, as mulheres ainda recebem menos do que os homens, segundo um estudo do IBGE. Atualmente, apenas 18% das empresas no Brasil têm mulheres como presidente, de acordo com a pesquisa Panorama Mulher 2018, feita pela empresa de recrutamento Talenses, em parceria com o Insper.

Na contramão deste cenário, o estudo Delivering Through Diversity, da McKinsey, comprova que empresas que possuem diversidade e mulheres na liderança são mais lucrativas. Mas, o que fazer para tornar sua empresa mais diversa?

Luciana Caletti, cofundadora e CEO do Love Mondays, e Cristina Junqueira, cofundadora e VP do Nubank, contam como fortalecer o papel das mulheres na liderança da sua empresa:

Tenha exemplos

Ter exemplos e ajudar as mulheres a crescerem é essencial para mostrar que a empresa incentiva a diversidade. “O mais importante é você tenha mulheres em vários níveis ao longo de toda a trajetória de carreira dentro da empresa, pois, para que esse público alcance a diretoria, ele precisa estar presente na organização de forma representativa como um todo”, diz Luciana.

Valorize a maternidade

Uma pesquisa recente da FGV diz que somente 50% das mulheres voltam a trabalhar depois de sair de licença-maternidade, então cabe às empresas criarem políticas favoráveis que ajudem a introduzir a maternidade na cultura da empresa. “É importante que as pessoas aceitem que um pai ou uma mãe precise levar seu filho ao médico, que os filhos fazem parte da vida de grande parte das pessoas e é errado punir ou discriminar o profissional por conta disso”, conta Luciana.

Tenha times diversos

Times fortes e diversos ajudam a garantir que a empresa tenha as pessoas certas para cada um dos desafios e consiga construir produtos que se adaptem às necessidades de cada pessoa. “Para alcançar esse objetivo ambicioso, precisamos ter representatividade dentro dos nossos times e, principalmente, na tomada de decisão: pessoas de origens diferentes, com pensamentos diferentes e experiências das mais diversas”, afirma Cristina.

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